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Nudes: 51% das mulheres já mandaram

A prática de trocar fotos e imagens sugestivas está cada vez mais comum entre os brasileiros

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Quem nunca ouviu ou leu um “manda nudes” brincalhão ou explicitamente provocativo? A brincadeira de pedir fotos íntimas se popularizou por todo o Brasil nos últimos tempos, principalmente através do Facebook, Whatsapp e Snapchat. 

Essa prática, também chamada de sexting, por incrível que pareça tem relação com a melhora da satisfação sexual de boa parte dos que a praticam, segundo uma pesquisa realizada este ano pela Drexel University, nos Estados Unidos. A mania teve início com as mensagens SMS de natureza sexual e explodiu com o avanço dos smartphones.  

Por aqui, quem sempre achou que os homens eram os mais adeptos ao “nudes” – por terem uma visão mais light sobre o assunto, se enganou. Um estudo realizado pelo site de encontros casuais C-date, com aproximadamente 700 pessoas, revelou que 51% das mulheres já mandaram, ou mandam, imagens provocativas para alguém. 

Entre as mulheres que já mandaram as fotos mais insinuantes, 50% disseram enviar nudes ao menos uma vez por semana, contra 45% que enviam a qualquer momento e 5% uma vez por dia. Ainda de acordo com a pesquisa, o tempo de conversa necessário para elas se sentirem à vontade para mostrar um pouco mais do corpo, segundo 34% delas, é após uma semana de conversa, 29% depois que conhecem a pessoa pessoalmente, 23% após uma hora de conversa e 14% em um dia de conversa.

A maioria das pessoas aproveita-se dessas ferramentas (um tanto quanto perigosas) para perder a timidez e explorar seu lado mais erótico. Já a razão para o sexting, ou nudes, fazer sucesso, tanto em sites ou aplicativos de relacionamento, é que eles proporcionam aos usuários uma nova forma de se relacionar.

Mas, mesmo contribuindo para o estímulo sexual, a sexóloga Carla Cecarello alerta para os cuidados que se deve ter em relação ao fenômeno proporcionado pela tecnologia, já que ela permite extrapolar alguns limites, especialmente de dosar a exposição nas redes. “Compartilhar fotos e vídeos próprios requer muito cuidado para que o conteúdo não caia em mão erradas”, adianta. 

A principal dica da sexóloga, para quem quer mandar AQUELE nude de forma segura, é enviar conteúdos que não exponham o rosto, apenas o corpo ou parte dele. “Dessa forma, as pessoas começam a se conhecer melhor. A entrar na brincadeira de uma forma divertida e descontraída”, destaca. Para fazer isso, no entanto, é preciso estar disposto. “Nada de entrar na onda por que está na moda, tudo tem que acontecer de forma natural e não por obrigação”, ressalta a sexóloga.