Sem tabus Apesar de a sociedade ter aceitado a nova geração de mulheres, muitos tabus ainda precisa ser quebrados gplus

AreaH - Baixe grátis na Apple Store

AreaH - Baixe grátis na Google Play

   

Sem tabus

Apesar de a sociedade ter aceitado a nova geração de mulheres, muitos tabus ainda precisa ser quebrados

Confira Também

Cada vez mais assistimos desenvolvimento de uma nova mulher. Na verdade, ela sempre existiu, mas agora tem menos medo de aparecer. As mulheres estão cada vez mais aventureiras, em todos os campos. Nos relacionamentos tomam mais a iniciativa. No sexo procuram mais o seu prazer. Ganharam não só independência física, como também emocional e financeira dos seus parceiros. As mulheres hoje viajam sozinhas e apreciam ter um tempo só para elas. As mulheres também participam de jogos online, como o casino.netbet.com, e também começaram a frequentar os cassinos buscando emoções fortes. As mulheres procuram uma relação que as faça feliz, mas que não lhes tire a independência. No entanto, apesar de os números mostrarem cada vez mais igualdade com o sexo oposto, muitas vezes as mulheres ainda têm de suportar serem olhadas de lado pela sociedade por recusarem o seu papel de “bela, recatada e do lar”. 

A sociedade brasileira ainda tem muitos tabus sobre a mulher e aquilo que ela pode ou não fazer. As mudanças são lentas, mas significativas. Hoje em dia, por exemplo, no mundo dos cassinos, o número de mulheres que trabalham nesse ramo é muito semelhante ao dos homens, quando há 30/40 anos praticamente nenhuma trabalhava nesse setor. Outro assunto que ainda é tabu é a liberdade sexual das mulheres, que é algo que ainda não é muito bem-visto. Apesar de estarmos perante uma geração de mulheres fortes, presentes nas universidades e independentes, um dado é ainda muito preocupante: 52% das mulheres nunca ou raramente usou camisinha. Considerando que o risco de gravidez indesejada, AIDS e DST é enorme, como pode a mulher ainda ter vergonha ou receio de dizer que quer usar camisinha? Muitas se sentem julgadas na hora de comprar, assumindo ter vergonha e medo de ser vista como “fácil” ou “promíscua”. Isso só mostra que, embora a sociedade vá evoluindo no sentido de maior igualdade, as mulheres ainda têm um longo caminho pela frente, tendo ainda de ultrapassar a internalização dos preconceitos sociais, especialmente no campo do sexo. É preciso quebrar tabus e enfrentar o mundo, especialmente quando isso pode significar a diferença entre uma vida saudável ou não. Assumir o controle sob o nosso próprio corpo parece ser ainda uma barreira a derrubar.