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Livre-se dos hábitos ruins

Não é fácil, mas veja como iniciativas simples, ao invés de ideias miraculosas, são o melhor caminho para transformar seus hábitos

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Desde os mais simples até os extremamente prejudiciais, praticamos e estamos cercados de hábitos ruins. Checar excessivamente as redes sociais, roer as unhas, comprar compulsivamente, fumar, vício em fast-food, nunca terminar todas as tarefas, sedentarismo, entre outros. Na maioria das vezes, nós nos incomodamos com essas atitudes e sabemos seus malefícios, mas falta força de vontade para mudá-los de uma vez por todas. Adquirir um hábito ruim é fácil, se livrar dele é uma tarefa árdua que exige esforço e, por isso, muitos nem chegam a tentar. 

Antes de dizer eu tenho certeza que não consigo, saiba que um grande expert no assunto chamado Charles Duhigg afirmou que hábitos são criados e construídos por nós e, logo, podem ser desfeitos como qualquer criação. Já um estudo publicado no European Journal of Social Psychology mostrou que, em média, as pessoas levam 66 dias para desenvolver um novo hábito – o qual substituiria o ruim. Afastar a negatividade é o primeiro passo. Outros que podem te ajudar nós separamos abaixo: 

# Motivação 
Tenha um bom motivo para abandonar o seu hábito, um pelo qual valerá a pena se esforçar. Sozinho, o conselho de um amigo não é uma motivação tão forte. Agora, isso aliado à opinião de pessoas que passaram pelo mesmo, a de um profissional, informações de artigos científicos, matérias e documentários será, com certeza, aquele balde de água fria que você precisa. 

Pense em como abandonar esse hábito irá afetar as pessoas que você ama e a si mesmo. Se você fuma e tem filhos, imagine que você é o exemplo. Se for sedentária, pense na sua saúde. Se você faz compras compulsivamente, veja se isso não está afetando o seu relacionamento. Se for viciada em internet, relembre como era a sua vida social antes. Existem vários “se” para acabar com o seu problema. 

# Se comprometa e peça ajuda 
Não diga farei isso amanhã, mas, sim, começarei hoje. Qualquer dia é um dia bom para começar. Anote seus planos em um lugar que possa ver diariamente e conte às pessoas próximas sua iniciativa, lhes dando a liberdade de se intrometer caso você desista ou tenha uma recaída. Considere cada dia uma pequena conquista e faça uma autoanalise da sua vida, avaliando como se livrar desse hábito ruim trará benefícios. Pense na recompensa para acordar motivado. 

# Conheça o seu ritmo 
Eu, particularmente, gosto de mudanças drásticas, da noite para o dia. Sei que isso não dá certo para todo mundo e é por isso que você precisa se conhecer. O que funcionará melhor? Ir devagar ou dar passar largos de repente? O seu sucesso depende das suas escolhas e você, mais do que ninguém, sabe o que será melhor.

# Desmembre o ciclo vicioso 
Todo hábito é desencadeado por um momento, sentimento ou pessoa específica. Observe sua rotina por alguns dias e perceba como há um motivo para fazer aquilo o que, agora, te incomoda. Você fuma quando outros estão fumando? Come besteiras quando está ansiosa? Compra quando briga com alguém? Entra na internet quando se sente sozinha? Coloque essas coisas em um papel – ou no bloco de notas do celular. Criando essa consciência, você estará mais atenta a esses fatores e conseguirá encontrar alternativas para resolvê-los. 

Mas não volte para outros hábitos ruins antigos, encontre opções saudáveis. Ouvir música, ler, se exercitar, ligar para uma amiga, limpar a casa, tomar banho ou meditar. Não importa, pois assumindo uma nova postura diante das situações de fraqueza identificadas você ficará mais preparada para encarar as dificuldades e, em breve, estará habituada àquilo que é harmonioso. 

# Sem urgências
No início, provavelmente, será complicando lidar com a necessidade de realizar o hábito ruim. Essa urgência, apesar de estressante, é capaz de ser esquecida. Quando se lembrar do que costumava fazer e sentir os dedos coçando para realizar sua vontade, dê uma volta no lugar que está, beba água, respire fundo, peça para alguém te distrair ou concentre-se em outra coisa. Reconheça esses momentos de urgência para que você não aja sem pensar. 

# Não se sabote 
É um costume justificar os maus hábitos com nosso pensamento. Ah, mas isso faria mais mal. Mas fulano faz isso. Mas eu tenho tal coisa para compensar. Fiscalize sua mente e note quando você mesma está tentando criar desculpas para pegar o cartão de crédito, o celular ou o cigarro. Quando pensar em desistir, lembre-se das pequenas conquistas até o momento e sempre desconfie das suas racionalizações.

# Não se culpe 
Acrescente ao seu vocabulário a frase perdoar a si mesmo. É normal falhar, não resistir e cair em certas tentações. E, de verdade, está tudo bem. A questão é o que você fará depois: se arrepender ou desistir? Esquecer ou persistir? Aprenda com os seus erros. Veja o que te fez voltar atrás e pense em um plano melhor. Lembre-se de que nem todos acertam na primeira tentativa. As coisas ficam melhores se você as aperfeiçoa a partir dos seus tropeços. 

Essas são ideia simples, mas sem colocá-las em prática não adianta buscar métodos miraculosos cheios de promessas. Encontre sua motivação, se comprometa e substituía o hábito ruim por outros melhores. É mentira dizer que é fácil, mas justamente por esse motivo é bem mais recompensador quando o objetivo é alcançado. Você consegue.

*as dicas foram inspiradas no site Zen Habits.