Mitos e verdades sobre o cabelo do bebê O que é ou não importante saber sobre a saúde capilar do seu filho? gplus

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Mitos e verdades sobre o cabelo do bebê

O que é ou não importante saber sobre a saúde capilar do seu filho?

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O nascimento do bebê é um momento muito especial, e os cuidados com o novo membro da família são essenciais para garantir o seu bom desenvolvimento e saúde, inclusive no que se refere ao couro cabeludo e o cabelinho. 

Muitos nascem “carequinhas”, outros com poucos fios. Assim, é importante dar atenção especial à cabeça dos pequenos, que têm couro cabeludo mais sensível, fios mais finos e que estão em constante mudança. Espessura e comprimento, por exemplo, aumentam significativamente somente a partir dos dois ou três primeiros anos. Neste momento, as diferenças de cabelo começam a aparecer.

Mas, o tema “cabelo de bebê” ainda é cercado de mitos e verdades. Pensando nisso, a pediatra Dra. Sabrina Battistella, em nome da JOHNSON’S®, esclareceu dúvidas comuns e ajuda mamães, papais e cuidadores a garantirem a boa saúde capilar dos nenéns. Confira.

POUCO CABELO NO BEBÊ SIGNIFICA QUE QUANDO ELE VIRAR ADULTO SERÁ CARECA?
MITO. Logo após o nascimento, no geral, os bebês apresentam uma baixa densidade de fios capilares, ou seja, é comum que os bebês sejam “carequinhas” ou que percam fios ao longo dos primeiros meses de vida e que depois a quantidade de cabelo vá aumentando progressivamente conforme a criança vai crescendo. Portanto, pouco cabelo no bebê não é sinônimo de cabelo fraco no futuro.

POSSO USAR MEU SHAMPOO/CONDICIONADOR ADULTO NO MEU BEBÊ?
MITO. O ideal é que em cabeça de bebê, só o que é feito para bebê. Todos os produtos utilizados na higiene devem suprir às necessidades da faixa etária que o bebê se encontra, ou seja, ser indicado para uso diário, hipoalergênico e não arder à região dos olhos. Deve também trazer ingredientes suaves e com pH compatível com a pele e cabelo da criança, a fim de minimizar surgimento de reações alérgicas e ressecamento do couro cabeludo.

RASPAR A CABEÇA DO BEBÊ FAZ O CABELO NASCER MAIS FORTE?
MITO. O fio cresce a partir do folículo, que fica abaixo do couro cabeludo e não é afetado pelo que fazemos na superfície da cabeça. “Para um cabelo forte e saudável deve-se ficar atento aos cuidados com o couro cabeludo do bebê, que envolvem os hábitos de higiene e proteção”, afirma Sabrina.

BEBÊS NÃO PRECISAM LAVAR A CABEÇA TODOS OS DIAS?
VERDADE. Bebês ficam pouco expostos à sujeira. Por isso, lavar o cabelo uma ou duas vezes por semana é suficiente, com exceção dos dias de calor que ocasionam bastante suor.

NÃO PODE PASSAR CONDICIONAR EM BEBÊ?
MITO. A maioria dos bebês, até um ou dois anos de idade, não precisa de condicionador, já que possuem pouco cabelo. Mas há exceções, pois pode acontecer de um bebê ter densidade capilar maior. Cada mãe conhece seu filho e consegue avaliar o que é melhor para ele. Desta forma, um sabonete líquido que limpe da cabeça aos pés já cumpre a função de higiene completa do bebê até 1 ano com pouco cabelo, mas outros produtos específicos que garantam integridade do couro cabeludo e dos fios podem trazer benefícios adicionais, como shampoos e condicionadores. “Desde que o produto seja indicado para a faixa etária do bebê e a mãe observe a necessidade de utilizá-lo, não existe problema”, afirma a pediatra.
DEIXAR O BEBÊ DORMIR DE CABELO MOLHADO FAZ MAL?
VERDADE. Dormir com o cabelo molhado muitas vezes consecutivas pode facilitar o aparecimento de caspa e descamação no couro cabeludo que não seca direito. “A dica é sempre lavar o cabelo do bebê pela manhã” conclui.

É COMUM QUE O CABELO DO BEBÊ CAIA NAS PRIMEIRAS SEMANAS?
VERDADE. É normal os bebês perderem o cabelo nos primeiros seis meses. Isso acontece porque o ciclo capilar tem três fases: crescimento, repouso e queda. Nos recém-nascidos, todos os folículos capilares entram no período de repouso ao mesmo tempo. Essa calvície gradativa normalmente é atribuída a fatores hormonais. O bebê também pode ter falhas no couro cabeludo (principalmente atrás da cabeça) por dormir na mesma posição ou por preferir virar o pescoço para um lado só quando está deitado. À medida que ele começa a se movimentar mais, principalmente quando começa a sentar, esse tipo de falha desaparece.